Meio dia
Entre as páginas do livro
Dorme a poesia.
Leleco.
terça-feira, setembro 03, 2013
quarta-feira, agosto 21, 2013
domingo, agosto 11, 2013
domingo, agosto 04, 2013
quinta-feira, julho 25, 2013
segunda-feira, julho 15, 2013
sexta-feira, julho 12, 2013
quinta-feira, julho 04, 2013
sábado, junho 15, 2013
quinta-feira, junho 13, 2013
Quase Inverno
Tudo era o resto
Do mesmo velho tédio
Na fome da sombra
Daquele amor sucata.
Nunca mais o silêncio dos cadeados
Pelas esquinas dos estranhos.
Finjo fingir versos
Remendando o mundo moderno.
Fazia frio em mim
E ainda não era inverno.
Leleco.
Do mesmo velho tédio
Na fome da sombra
Daquele amor sucata.
Nunca mais o silêncio dos cadeados
Pelas esquinas dos estranhos.
Finjo fingir versos
Remendando o mundo moderno.
Fazia frio em mim
E ainda não era inverno.
Leleco.
terça-feira, junho 11, 2013
terça-feira, junho 04, 2013
Revista Cult
A minha primeira poesia publicada numa revista.
http://revistacult.uol.com.br/home/2013/06/aquilo-que-eu-era-sozinho/
http://revistacult.uol.com.br/home/2013/06/aquilo-que-eu-era-sozinho/
segunda-feira, maio 27, 2013
terça-feira, maio 14, 2013
quinta-feira, maio 02, 2013
quarta-feira, maio 01, 2013
quinta-feira, abril 25, 2013
Saturno
É tanto Saturno
Aquilo que sujo
De vermelho Mercúrio.
Vida verso
Ao redor da vertigem
Universo.
Leleco.
Aquilo que sujo
De vermelho Mercúrio.
Vida verso
Ao redor da vertigem
Universo.
Leleco.
quinta-feira, abril 11, 2013
terça-feira, abril 02, 2013
Sereia
Sonhei antes do sonho
De minha insônia cama
Aquilo que ainda amanheço.
Antes de entender,
Espero e esqueço
Em meu ninguém
Um verso amor além.
Rima sem rumo
No canto senha da sereia.
A cada palavra
O adeus afogado na areia.
Leleco.
De minha insônia cama
Aquilo que ainda amanheço.
Antes de entender,
Espero e esqueço
Em meu ninguém
Um verso amor além.
Rima sem rumo
No canto senha da sereia.
A cada palavra
O adeus afogado na areia.
Leleco.
quinta-feira, março 28, 2013
segunda-feira, março 18, 2013
sexta-feira, março 08, 2013
domingo, fevereiro 24, 2013
Do tempo árvore
O amor para que tarde
Antes que cedo morra o dia.
Era eu além da estranha palavra
Para existir em suas mentiras?
No fundo do fundo
Ainda flutua o ruído de tudo.
Algo me veste febre
No mistério do mercúrio.
Agora que sou
A espera de minha ausência
Confundo a sombra e a saudade
Do tempo que fui árvore.
Leleco.
Antes que cedo morra o dia.
Era eu além da estranha palavra
Para existir em suas mentiras?
No fundo do fundo
Ainda flutua o ruído de tudo.
Algo me veste febre
No mistério do mercúrio.
Agora que sou
A espera de minha ausência
Confundo a sombra e a saudade
Do tempo que fui árvore.
Leleco.
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